Terreno abandonado revolta moradores na Vila Landinha e vira foco de lixo, animais peçonhentos e uso de drogas

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Moradores da Rua Benjamim Costa, no bairro Vila Landinha, em Barra de São Francisco, estão revoltados com a situação de abandono de um terreno particular que, segundo eles, vem se transformando em um verdadeiro problema de saúde pública e segurança para a comunidade.

O local, que deveria estar sob responsabilidade do proprietário, está completamente tomado pelo mato alto, acúmulo de lixo e entulho. De acordo com relatos de moradores, a falta de limpeza e manutenção tem favorecido o aparecimento de animais peçonhentos, como cobras, escorpiões e aranhas, aumentando o risco para famílias que vivem nas proximidades.

Além do problema sanitário, a área também estaria sendo utilizada por usuários de drogas, principalmente durante a noite, o que tem gerado medo e insegurança entre os moradores da região.

“É uma situação que já passou de todos os limites. A gente tem criança, idosos na rua, e esse terreno virou um lugar perigoso. Já vimos cobra, rato e gente usando droga ali dentro”, relatou um morador que preferiu não se identificar por medo de represálias.

Segundo os moradores, diversas reclamações já foram feitas pedindo providências, mas até agora nenhuma ação efetiva teria sido tomada para obrigar o proprietário a realizar a limpeza e manutenção do espaço.

A indignação cresce a cada dia. Para quem vive na rua, o sentimento é de abandono e descaso.

“Não é justo que a comunidade inteira sofra por causa da irresponsabilidade de um proprietário. Se o terreno é dele, a obrigação de cuidar também é”, disse outra moradora.

Especialistas alertam que terrenos abandonados podem se tornar criadouros de insetos e animais perigosos, além de favorecer práticas ilegais. Situações como essa podem gerar notificações e até multas aos responsáveis quando comprovada negligência na manutenção.

Enquanto nenhuma providência concreta é tomada, os moradores seguem convivendo diariamente com o mato, o lixo, o medo e a sensação de que a situação só piora com o passar do tempo.

A comunidade agora cobra uma solução urgente, seja por parte do proprietário ou das autoridades competentes, antes que o problema se transforme em algo ainda mais grave.

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